Male homosexualities, leisure and HIV/AIDS: between revealing and concealing identities

Published: June 16, 2010

Antecedentes: O enfrentamento das vulnerabilidades de jovens  homossexuais, para a prevenção das DST/Aids, encontra  limitações nos espaços Escolar e da Saúde. Fortaleza foi  identificada pela UNESCO (2004), como a cidade com maiores  índices de homofobia na escola. Na área da Saúde, pesquisa  realizada em 2009 pelo Grupo de Resistência Asa Branca- GRAB,  organização não-governamental  LGBTT,  apontou os professores  e profissionais da saúde como causadores de homofobia dirigida a  jovens gays, verificamos que 36% dos alunos abandonam a escola  e 44% afirmam que seu aprendizado é prejudicado devido ao  preconceito. 76% dos jovens pesquisados não freqüentam centros  de saúde públicos devido à homofobia. 

Descrição: Desde 2007, o GRAB realiza o projeto SAGAS, com o  apoio da Fundação Schorer, na área da prevenção com jovens  homossexuais, de 15 a 29 anos, da periferia de Fortaleza,  reunindo esforços no campo da saúde sexual, com a metodologia  da prevenção planejada, educação entre pares e da  intersetorialidade. No trabalho intersetorial, são realizadas ações  de advocacy, formação e pesquisa, junto a professores e  profissionais de saúde, da rede pública, visando uma abordagem  pedagógica e atendimento integral e não homofóbico nas escolas e  unidades básicas de saúde.

Lições aprendidas: Aprendemos que modificar esse quadro requer  esforços integrados nas esferas individual, social e programática, e  que incluam ações planejadas e contínuas junto aos sistemas  públicos de saúde e educação. 

Próximos passos: realizar ações de advocacy, para que  recomendações possam ser incluídas nas políticas públicas de  saúde e educação.  

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